quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Superando restrições alimentares

Quem me viu quem me vê...

No almoço, linguicinha caseira como entrada.

Mineirinho (combinação de lombo, carne de panela e costelinha; tudo suíno) como prato principal.


E no jantar.... polvo!

Tiradentes 2

Em mais voltinhas pela cidade...

...me aventurei na Gruta Casa da Pedra
Vale ressaltar que não é uma lâmpada na minha cabeça, e sim uma chama! Ai, que situação...
...andei de maria fumaça

...fiz um passeio pela a cidade em plena luz da noite... e de jardineira!

...e ainda deu tempo de dar uma passadinha na vizinha São João del Rei

Tiradentes 1

Em um rápido passeio pelo centro histórico de Tiradentes...

...uma cachorrinha equilibrista
...uma fonte com história. Aparentemente todos têm que beber dessa água para voltar à cidade. Mas a história que eu fiquei sabendo mais tarde é que quem escolhe a fonte da esquerda quer namorar, a central é para aqueles que querem casar e a da direita é para quem quer ficar viúvo (!!!).
...a igreja Matriz tem fachada atribuída a Aleijadinho...
...é proibido tirar fotografias no interior da igreja Matriz (que é puro ouro). Juro que não sabia e acabei ficando com um registro clandestino...
...no primeiro plano a simplezinha capela dos escravos, ao fundo a Matriz.
...de todos os cantos, vista para a Serra de São José

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Na estrada pela primeira vez

Tudo começou em Juiz de Fora. Primeiro check-in da viagem e ouço a pergunta: "quarto para fumante ou não fumante?". Pensei um minutinho e respondi com segurança "não fumante!". O dia era 12 de janeiro de 2009, depois disso os últimos cigarros do maço foram para o lixo e há pouco mais de uma semana não dou um traguinho sequer.

Na cidade mineira,"capital econômica da Zona da Mata", descobri que Juiz de Fora fica em um vale, cercada de montanhas por todos os lados...



...e conheci o Museu Ferroviário.





Próxima parada: Barbacena. Lembrava-me um pouco da cidade pelo livro Quincas Borba, esperava uma cidadezinha pacata, com casas bem antigas, em estilo colonial e grandes janelas com vista para as ruas ainda calçadas de pedra. Não foi bem isso que encontrei, a cidade é grande, esburacada, pouco conservada, cinza. Ponto alto do passeio: o chocante Museu da Loucura, instalado em um antigo manicômio, onde mais de 60 mil pessoas morreram devido aos tratamentos cruéis e condições precárias.

domingo, 19 de outubro de 2008

Tina? Sarah? Sarah? Tina?


Só porque a imitação é muito melhor que a original...

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Mr. Darcy



"Most ardently..."

Rafa e Biazélda, dedico esse post a vocês!

domingo, 12 de outubro de 2008

Aos cafés da vida

As vezes eu sinto que os meus olhos são mais fortes do que eu. Eles simplesmente querem fechar e eu não posso fazer nada a respeito. Nessas horas eu recorro a um dos meus maiores parceiros na atualidade: o café.

A cena que se repete quase diariamente: estou no trabalho, ainda há muito o que fazer e a disposição já acabou faz tempo. Sinto vontade de abraçar o teclado, me apoiar no monitor e colocar os dois pés na cadeira do colega vizinho. Fico imaginando como seria se eu dormisse uma hora. Nada mais que isso, só uma horinha cronometrada no relógio. Aposto que meu rendimento melhoraria. Mas logo volto para a realidade e recorro à maquina de café. A bebida não é lá daquelas realmente gostosas. Se pudesse eu colocaria bem mais café, menos açúcar e capricharia na dose um pouco mais. Para completar, ouvi rumores de que já encontraram uma barata no copinho. Mas nada disso parece um obstáculo quando o sono vespertino pesa sobre os olhos. O efeito é quase imediato: logo depois do café, surge disposição.

Mas o assunto de hoje não é literalmente o café e sim todas aquelas pequenas coisas da vida que, em pequenas doses diárias, nos fazem acordar, sentir mais dispostas. Nos dão coragem e, com certa delicadeza, nos empuram para a realidade.

Ultimamente tenho percebido claramente que quando algumas pessoas, alguns lugares, alguns hábitos bobos deixam de fazer parte da minha rotina por apenas uma semana, tudo muda. São breves momentos de conversa ou de silêncio que, sem nenhum grande motivo para tanto, me dão uma injeção de ânimo na veia, me fazem ver tudo por uma perspectiva diferente, muito mais colorida.

Agradeço aos meus cafés de cada dia!